Mote | “A sociedade ainda precisa dos artistas, ou podemos considerar que todos os cidadãos têm autonomia, capacidade criativa e interesse em desenvolver obras de autor? Essa é uma pergunta fundamental para definir o modelo político de financiamento à cultura e de descobrir o mercado actual da arte.
Outra questão urgente é sabermos definir critérios para as diferentes nuances da relação entre Estado e produção cultural. O risco de colocar no mesmo “barco” a arte, a pesquisa, o mercado e manifestações espontâneas da nossa cultura continua iminente, não só com a Lei, mas também com os novos instrumentos de financiamento.
Pode existir Arte Contemporânea fora dos grandes centros urbanos?
Quais são os fluxos que consolidam o comportamento artístico contemporâneo no espaço urbano actual?
Diante da concentração do mercado artístico em centros urbanos, como se estabelece a plataforma de trabalho do artista contemporâneo? Que importância tem aqui as instituições, as relações de parceria, grupos, colectivos ou projectos pontuais?
O mercado cultural actual está a mudar.”
Fonte: “Mercado de artes: global e desigual” por Ana Letícia Fialho
Convidados:
Amândio Pereira – CEO Menina Design Group
António Domingos – Representante da Associação Cultural A Cadeira de Van Gogh
Filipe Pereira – Secretário Geral da Rede Europeia de Cinema Jovem
Isabel Damião - Programadora Cultural do Clube Literário do Porto
Patricia Remelgado – Representante da Trienal Desenha 2012
Local | Palácio das Artes – Fábrica de Talentos, Largo de S. Domingos, Porto
Data | 28 de Julho (quinta-feira)
Horário | 21h30 às 23h30
Áreas de intervenção | Mercado Actual; Movimentos Artísticos; Dificuldades e Estratégias